domingo, 27 de setembro de 2009

INICIAÇÃO (1)

EM BREVE!
* * *
NOTÍCIAS DO MUNDO BIZARRO E DOENTE:
Empresário de 78 anos é preso por cárcere privado e abuso sexual no Paraná

ELOÁ CRISTINA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS (1)

Lívia Novais, que recebeu a córnea de Eloá, diz que já enxerga e que agora planeja estudar para concurso público (Foto: Thiago Reis)
¨¨¨¨¨
Um ano depois, receptores de órgãos de Eloá dizem que 'começaram a viver'
Preconceito das famílias na hora de doar cai a patamar recorde em SP. Doações feitas por mãe de Eloá incentivaram população.
* * *
Há um ano, após perder de modo trágico a filha Eloá, de apenas 15 anos, Ana Cristina Pimentel teve poucos minutos para tomar uma decisão até então inimaginável em sua vida: doar ou não os órgãos da garota.
Eloá Pimentel havia acabado de ser mantida refém e depois assassinada pelo ex-namorado no ABC em um caso acompanhado por quase todo o Brasil. Apesar do abalo, Ana Cristina diz não ter hesitado. “Não tive dúvida. Quando os médicos vieram falar comigo, eu já estava decidida.”
Assim como ela, outros parentes têm mostrado, a cada ano que passa, menos preconceito com relação à doação de órgãos. Dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) comprovam a mudança de mentalidade da população.
No primeiro semestre deste ano, apenas uma em cada sete das doações não efetivadas no estado de São Paulo teve como razão a recusa de um parente (índice de 14,4%). É a menor taxa dos últimos dez anos. E é em razão desse novo cenário que os receptores de órgãos da garota Eloá podem hoje comemorar um ano de vitórias após os transplantes.

Eloá e Nayara

ELOÁ CRISTINA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS (2)

Eloá e Nayara
* * *
Lívia Amodio Novais, de 29 anos, ganhou a córnea de Eloá. Ela diz que teve problemas após a cirurgia, mas que agora já sente a melhora. Formada em direito, ela trabalha em um hospital porque ainda não conseguiu fazer o exame da OAB.
“Estou voltando a enxergar agora. Não conseguia ler e, por isso, não dava para estudar para a prova”, conta ela, que planeja se preparar e prestar um concurso público.
Lívia afirma que, mesmo antes de precisar de uma doação, já fazia campanha em casa e na rua. “Eu sempre fui a favor de doar e já convenci pessoas do mesmo, porque a gente nunca sabe o dia de amanhã. Tem que existir essa consciência.”
O mecânico Emerson Gentil Dardes, de 26 anos, esperou três anos por um transplante. O pâncreas e o rim de Eloá acabaram salvando sua vida. "Eu tinha de fazer três sessões de hemodiálise por semana, com horário marcado. Não podia beber muito líquido. Era muito ruim."
Quase um ano depois da cirurgia, ele diz que pode fazer "de tudo". "Dá para sair sem se preocupar com remédios. Marcar uma viagem e não precisar chegar na segunda às 11h para ir ao hospital. Hoje estou 100%."

Uma das últimas aparições de Eloá durante o sequestro: órgãos da jovem salvaram vidas (Foto: José Cordeiro/Agência O Globo)

ELOÁ CRISTINA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS (3)

Eloá e Nayara
* * *

Já Maria Augusta dos Anjos, de 39 anos, recebeu o coração da garota. E diz que agora pode realizar os sonhos. Ela já faz caminhada no Parque Trianon e exercícios físicos todos os dias. E espera poder andar de bicicleta em breve, o que nunca fez.

“Antes eu não conseguia fazer praticamente nada. Via meus 12 irmãos para lá e para cá e só eu tinha que ficar quietinha. Tentava esconder que era uma pessoa triste. Agora digo que sou muito feliz.”

Antes de receber o órgão, ela teve de se mudar do Pará para São Paulo. Foram dois anos e meio de espera até o chamado. “Como todo mundo nessa situação, ficava apreensiva, achando que podia surgir uma oportunidade a qualquer hora.”

Agora, conta, sente-se mais independente. “Antes eu não saía nunca sozinha porque desmaiava na rua. Estou aprendendo a me virar. Sinto que finalmente comecei a viver."

Para Ana Cristina Pimentel, mãe de Eloá, que mantém contato com Maria Augusta e até com o pai dela, que constantemente liga de longe, a felicidade daquela família a faz ter certeza do ato praticado. “É reconfortante.”

Treinamento
Para o médico Luiz Augusto Pereira, coordenador da Central de Transplantes de São Paulo, a repercussão de casos como o da garota Eloá e o treinamento de profissionais de saúde para entrevistar os familiares são os maiores responsáveis pelo ótimo indicador de baixa negativa familiar.“

O principal problema ainda é o diagnóstico de morte encefálica. Para os familiares, é de difícil compreensão que uma pessoa que ainda está com o coração batendo esteja morta. Para conversar com os parentes, a pessoa tem que estar muito preparada”, diz.

Segundo ele, em razão disso nos últimos anos foram feitos vários cursos em São Paulo, com simulações de entrevistas com parentes. “A gente ficava repassando o vídeo, apontava os erros e corrigia.”

ELOÁ CRISTINA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS (4)

PRECONCEITO DAS FAMÍLIAS NA HORA DE DOAR ÓRGÃOS CAI EM SÃO PAULO
Percentual de doações não realizadas em razão da negativa familiar é o menor dos últimos 10 anos
A melhora do índice é evidente: em 1999, mais de uma em cada em três doações (ou 37,9%) deixava de ser feita por causa da recusa das famílias, segundo estatística também referente ao primeiro semestre.
Em 10 anos, índice caiu de 37,9% para 14,4%.
Para o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto, vice-presidente da ABTO, não houve uma mudança cultural, mas, sim, um maior esclarecimento à população. “O medo diminuiu na medida em que o programa de transplantes se mostrou eficaz e transparente”, afirma.
Segundo o médico, que também é coordenador do programa de transplantes do hospital Albert Einstein, as pessoas sabem que os órgãos vão para “uma lista única, mediante critérios estabelecidos, sem qualquer influência política ou econômica”.
Tanto Pereira quanto Ferraz Neto reforçam a importância de as pessoas conversarem em casa a respeito do tema, já que pesquisas mostram que a quase totalidade aceita doar um órgão, mas boa parte não revela essa intenção à família. Quando o desejo é manifesto, afirmam, a chance de a doação se concretizar é quase total.
Neste domingo (27), é comemorado o Dia Nacional da Doação de Órgãos. Não há, no entanto, só motivos para celebrar. Apesar de São Paulo ter avançado no quesito “preconceito familiar”, parte do país não mostra a mesma evolução. No Piauí, por exemplo, a situação é crítica: quase metade das doações não é feita por causa do veto das famílias. Além disso, o número de pessoas que hoje aguardam um órgão no país é alarmente: são 60 mil.

sábado, 19 de setembro de 2009

VIAGEM ASTRAL em quadrinhos







ESTAS SÃO ALGUMAS PÁGINAS ENVOLVENDO O ASSUNTO VIAGEM ASTRAL, PROVANDO QUE O FENÔMENO NÃO É FRUTO DA IMAGINAÇÃO NEM DELÍRIO DAQUELES QUE ESTUDAM O FATO SÉRIA E PROFUNDAMENTE.

AO REDOR DO MUNDO...

Por onde anda Jennifer Grey, o par de Patrick Swayze em 'Dirty Dancing'?
Atriz operou o nariz e está praticamente irreconhecível:
'Foi o maior erro da minha vida'
* * *

A narigudinha que fez par com Patrick Swayze em “Dirty Dancing” já não é mais a mesma. Aos 49 anos, Jennifer Grey passou por duas cirurgias plásticas e se transformou em outra pessoa. Mas a atriz sente falta do nariz que a consagrou. “Foi o pior erro da minha vida, pois ninguém me reconhece mais como a garota de ‘Dirty Dancing’”, disse Jennifer em entrevista ao Channel 5 britânico.
Filha do ator e coreógrafo Joel Grey, a atriz estreou na carreira em 1984 trabalhando em três filmes de peso: “Jovens Sem Rumo”, com Aidan Quinn e Daryl Hannah, “Cotton Club”, de Francis Ford Coppola, protagonizado por Richard Gere, e “Amanhecer Violento”, com Patrick Swayze, Charlie Sheen e C. Thomas Howell.
Em 1986, ficou conhecida como a irmã implicante de Ferris Bueller (Matthew Broderick) em “Curtindo a vida adoidado” – aquela que se irritava porque ele sempre se dava bem, apesar de aprontar todas. Mas seu apogeu foi realmente em “Dirty Dancing”(1987), onde interpretou a menininha mimada que descobriria a dança nos braços do galã Patrick Swayze.

Nos anos 90, Jennifer resolveu dar um trato no visual. Fez uma cirurgia no nariz, que acabou dando errado. Tentou pela segunda vez, e seu rosto ficou bastante modificado. Culpa do nariz novo ou não, o fato é que a carreira de Jennifer perdeu a força a partir de então. Em 1995, ela chegou a fazer uma participação em “Friends”, acreditando que voltaria ao topo. Mas só conseguiu algum destaque na série "John from Cincinnati", em que participou de alguns episódios. Também fez os filmes “Mais que o acaso”(2001), com Gwyneth Paltrow e Ben Affleck, e “Cinturão Vermelho”(2008), com Rodrigo Santoro e Alice Braga.
Sua vida amorosa transcorreu sem escândalos. Namorou Matthew Broderick e Johnny Depp. Atualmente, é casada com o ator Clark Gregg (da série “The New Adventures of Old Christine), com quem tem uma filha.
Sobre a morte do parceiro Patrick Swayze, Jennifer deu um depoimento comovente. “Patrick era uma bela e rara combinação de graça e masculinidade puras. Lindo e forte, era um caubói com um coração mole. Não me surpreendeu que sua batalha contra a doença tenha sido tão digna e corajosa. Quando penso nele, lembro de estar nos seus braços quando éramos jovens, dançando e treinando os passos para o filme, que achamos que ninguém ia ver. Minha dor vai com sua esposa e sua família", disse para a revista “The Insider”.

domingo, 13 de setembro de 2009

Suicídio na France Telecom choca sindicatos

PARIS - Uma funcionária da France Telecom se suicidou nesta sexta-feira, em mais um caso de morte dessa forma na ex-estatal.
Os sindicatos afirmam serem causadas principalmente pela reestruturação crônica da empresa e por pressões no ambiente de trabalho.
A companhia informou que a mulher de 32 anos cometeu suicídio em um dos escritórios do grupo em Paris, mas não deu mais detalhes. Uma fonte sindical afirmou que a funcionária pulou da janela do quarto andar de um prédio após uma reunião.
Sua morte aumenta para 19 o número de suicídios ou tentativas de suicídio registradas desde o começo de 2008, incluindo sete neste ano, segundo os sindicatos que representam funcionários da France Telecom.
"Acreditamos que a gerência não tem capacidade de lidar com a situação", disse o representante do sindicato CFE-CGC Sebastien Crozier à rádio RTL.
"Acreditamos que a gerência não tem capacidade de lidar com a situação", disse o representante do sindicato CFE-CGC Sebastien Crozier à rádio RTL.
"Podemos pedir ao principal acionista (da empresa), que continua sendo o Estado, que intervenha para que os funcionários não sintam mais a necessidade de acabar com a vida porque não aguentam mais viver na France Telecom".
Na quarta-feira, um técnico de 48 anos da cidade de Troyes esfaqueou a si próprio durante uma reunião, após ouvir que teria que mudar de função na mesma cidade, disse a empresa.
Ele passa por tratamento para as feridas no abdome em um hospital local.
A France Telecom, que não divulgou seus próprios dados sobre os suicídios, anunciou na quinta-feira um congelamento temporário de transferências e de mudanças de funções de funcionários até o final de outubro.
A empresa prometeu contratar 100 funcionários de recursos humanos para identificar empregados com problemas.

pare-de-fumar - SITE "os vigaristas"

TSE usa hackers para testar urna eletrônica

BRASÍLIA - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está desafiando hackers e cidadãos a encontrarem falhas na segurança das urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições de 2010.
Para tanto, promove desde ontem (11) testes públicos abertos a todos os interessados em investigar se, de fato, é possível fraudar as eleições por meio dessas urnas, inclusive premiando as contribuições mais relevantes.
“O Poder Judiciário abrirá os sistemas para cidadãos e hackers testarem se as urnas são ou não suscetíveis a fraudes”, disse o ministro Ricardo Lewandowski, do TSE. “Qualquer cidadão poderá participar”, completou. O processo será acompanhado pelo Ministério Público Federal, pela Ordem dos Advogados do Brasil, pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União.
Lewandowski afirmou que está “absolutamente seguro de que não há qualquer possibilidade de fraudes ou violação das urnas”, e que isso será mais uma vez comprovado pelos testes abertos.
“Temos certeza de que não haverá brecha, e se houver será algum aspecto absolutamente periférico será resolvido, sem abalar a confiança que o brasileiro tem na urna”, acrescentou. Segundo Lewandowski, uma pesquisa encomendada pelo TSE revelou que 97,7% dos eleitores manifestaram confiança nos aparelhos.
A finalidade dos testes é saber se há algum ponto vulnerável nos equipamentos. De acordo com o ministro, os testes serão públicos, e os resultados serão gravados e incorporados à metodologia para corrigir eventuais falhas a tempo.
As contribuições mais relevantes serão premiadas. “Todos que se dispuserem a dar sua contribuição e participar desses testes receberão certificados. As três contribuições consideradas mais relevantes serão premiadas com R$ 5mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil”, informou o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Dutra Janing.
Para participarem dos testes, os interessados deverão se inscrever pessoalmente ou via correspondência registrada – apresentando um plano com uma descrição dos procedimentos que desejam realizar – no período entre 11 de setembro e 13 de outubro, das 8 às 19 horas, no setor de protocolo do TSE.
O formulário de inscrição e de apresentação do plano já estão disponíveis no site do TSE (http://www.tse.gov.br/), e a divulgação dos selecionados para a realização de testes será em 26 de outubro. Segundo o secretário do TSE, os testes públicos serão realizados entre os dias 10 e 13 de novembro, e a divulgação dos resultados será no dia 20 de novembro.


falha em Titanic - acontece nas melhores famílias e companhias...
SITE "os vigaristas"